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Trovalds

Criação de entidade de classe!

26 posts neste tópico

O mercado de informática é muito competitivo, mas como diferenciar os diferentes profissionais? Somente através dos cursos, ou do curso de graduação?

 

Se olharmos a nossa volta, vemos que (quase) todas as profissões (profissionais liberais) tem sua entidade de classe, sem registro nas mesmas você não é reconhecidamente um profissional (ex. OAB para os advogados, CREA para os engenheiros, CRM para médicos, etc).

 

Mas porque uma entidade de classe para o profissional de informática? Para não haver abusos por parte dos que contratam! As entidades de classe tem estatutos, os profissionais e a população em geral tem a quem recorrer em caso de abusos, as entidades têm tabelas de valores sugeridos a serem cobrados pelos serviços prestados (afinal de contas, um profissional de informática também é um profissional liberal).

 

Mas sem a entidade estamos a mercê do mercado, que DITA as regras! Uma entidade de classe funciona mais ou menos como um sindicato, onde todos se unem em torno de um objetivo em comum! Daí não estaríamos a mercê dos abusos por parte de algumas empresas, que acham que "instalar e configurar um computador é fácil, acho que seu serviço está meio caro"! Não que uma entidade iria ditar as regras, mas pelo menos coibiria os abusos!

 

Se os srs. Admins/Mods lerem esse tópico, peço por favor para que pinem!

 

Vamos criar uma entidade forte, onde todos teriam direitos iguais, e como diz o ditado: "a união faz a força"!

 

Entidade de classe já!

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Muito interessante, sua idéia. Se as tais entidades já não existem, talvez poderiam ser erguidas sobre associações, como por exemplo a APINFO.

A grande questão seria o critério para se credenciar um profissional. Sendo uma área ampla, dinâmica e nova, a TI não tem nem ao menos carreiras superiores que sejam unânimes (que tenham reputação e utilidade plena).

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Projeto regulamenta profissões da área de informática

O deputado federal Ronaldo Vasconcellos (PTB/MG) apresentou em plenário, ontem (29/07), projeto de lei que dispõe sobre a regulamentação das profissões na área de informática e suas correlatas, assegurando ampla liberdade para o respectivo exercício profissional.

Segundo o parlamentar, prevaleceu até o momento no Brasil, "com muito sucesso", a prática dos países mais bem-sucedidos em Informática, que é a de permitir o livre exercício da profissão, sem qualquer tipo de regulamentação ou restrição à liberdade individual de trabalho. "É assim nos Estados Unidos, Inglaterra, França, Canadá e Espanha, para citar alguns dos mais importantes na área", justificou.

Para ele, a exigência de diplomas ou outros documentos indicadores de qualidade deve ser facultada às entidades contratantes, e não uma obrigação legal. "O exercício da profissão na área de Informática deve continuar sendo livre e independente de diploma ou comprovação de educação formal, e nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição a este princípio", disse o deputado, invocando o artigo 5º, inciso XIII, da Constituição Federal.

"A Informática é como o idioma nacional de um povo, sendo, em alguma medida, usada por toda a população no seu dia-a-dia. Assim, da mesma forma que todos devem ter liberdade para ler, escrever e falar, o desenvolvimento e uso da tecnologia da informação não podem ficar restritos a uma classe de cidadãos. É essencial para o País a participação de todos os profissionais liberais e técnicos de todos os níveis para o pleno desenvolvimento da Informática nacional", enfatizou.

Entretanto, Vasconcellos reconhece que a tradição brasileira privilegia a existência de algum órgão fiscalizador que, de alguma forma, garanta a qualidade do exercício profissional. "Para atender este requisito sem ferir os princípios fundamentais da liberdade individual ao trabalho, entendemos que, em analogia com o que ocorre no setor publicitário, onde atua o Conar, as entidades organizadas do setor de Informática, representativas dos trabalhadores, de empresas e da comunidade científica de ensino e pesquisa em Computação poderiam e deveriam, a exemplo dos publicitários, livremente constituir um Conselho de Auto-Regulação". Segundo Vasconcellos, este órgão deve obrigatoriamente diferir dos tradicionais conselhos de profissão nos seguintes aspectos:

1) a função deste Conselho seria primordialmente o controle de qualidade das atividades profissionais e monitoramento de possíveis desvios de conduta ética;

2) o Conselho de Auto-Regulação, por ser o resultado de um ato espontâneo da Sociedade, sem aprovação formal no Congresso Nacional, não teria poder de sanção penal, mas somente as de cunho moral e ético;

3) o Conselho de Auto-Regulação teria o compromisso de criar, rever e divulgar periodicamente à Sociedade padrões de referência de qualidade que poderiam ser exigidos dos profissionais pela Sociedade;

4) não haveria obrigatoriedade de registro de qualquer espécie neste Conselho, nem para indivíduos e nem para empresas; e

5) o Conselho não teria poderes para emitir Resoluções Normativas restringindo a liberdade de quem quer que seja.

O parlamentar petebista acredita que a aprovação da proposta e a criação do Conselho de Auto-Regulação pela sociedade civil, representada por suas entidades organizadas, "proverão todas as garantias de liberdade e qualidade necessárias ao desenvolvimento nacional do setor de Informática", fazendo justiça à "classe dos profissionais que construíram o mercado e a indústria de Informática no País e fizeram desta atividade um dos empreendimentos nacionais mais bem-sucedidos".

Omar Kaminski é advogado especializado em Direito da Informática e responsável pelo site Internet Legal

Fonte: Boletim InfoGuerra do colega Giordani Bruno.

Link original:  Projeto regulamenta profissões de Infomática

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HomemDoce escreveu:

A grande questão seria o critério para se credenciar um profissional. Sendo uma área ampla, dinâmica e nova, a TI não tem nem ao menos carreiras superiores que sejam unânimes (que tenham reputação e utilidade plena).

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O Ministério da Educação já deu o primeiro passo para que isso aconteca: existe uma espécie de lei que regulamenta os cursos superiores de informática, e já está havendo um enquadramento por parte das faculdades e universidades do Brasil. As graduações de nível superior como bacharel são as seguintes: Ciência da Computação, Engenharia de Software e Sistemas de Informação. Existem outras (25)(?) na área de Tecnologia (curso superior), onde 90% das faculdades e universidades optaram por Tecnologia em Sistemas de Informação. O resultado prático desta lei poderá ser visto daqui un 2 a 3 anos (os primeiros formandos).

Quanto ao projeto mostrado pelo Quemel, bem interessante! Uma entidade não normativa, mas fiscalizadora! Excelente! Como posso fazer prá apoiar o projeto, enviar sugestões ou dúvidas?

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alerta.gif - Quemel argumentou:

Caro Trovalds,

Já existe um projeto desse "bolando" na Câmara a mais de 10 anos e não sai do papel e nem sairá porque há grandes interesses envolvidos. Ver o porquê nesse tópico: Não existe um Conselho Regional de Informática?

Decidimos não mais esperar e criamos o CDINFO, que seria uma espécie de Conselho normativo e fiscalizador para o profissional informática, principalmente para os consultores e técnicos da Consultoria Doméstica® em Informática. A questão é mais de atitude do que legislação específica, pois os Consultores Domésticos possuem Código de Ética e trabalham sob o peso da ISO 9002 e SA 8000. Usamos o ART do CREA e a maioria possue registro no órgão.

Dúvido muito que esse projeto político irá para frente, pois ABES e ASSESPRO já estão se fundindo (até outubro/2003). Tenho conversado com alguns parlamentares aqui em Brasilia e nenhum deles está disposto a ficar com o "mico" na mão.

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Não consigo conceber a real necessidade de tal entidade.

Sinto muito, mas a meu ver, julgo totalmente dispensável.

Deixem-me explicar minha opinião. Por exemplo nos moldes dos Sindicatos de Trabalhadores que temos no Brasil... Para que eles servem? Nada! Apenas para recolher a contribuição confederativa e nada mais... Muitos nem sequer existem "fisicamente"...

Ridículo. Tomemos por exemplo o Sindicato dos Motoboys de São Paulo, por exemplo. O que eles já fizeram em prol da categoria?

Só conheço 3 Sindicatos realmente atuantes: dos Bancários, dos Metalúrgicos e dos Petroleiros. Esses têm peito para enfrentar patrões.

Agora convenhamos, e para bom entendedor meia palavra basta:

Quem bajula aqui, bajula lá... se é que me entendem... E quem gosta de bajulação é patrão, se é que me entendem também...

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fofoca.gif - God escreveu:

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Não consigo conceber a real necessidade de tal entidade.

Sinto muito, mas a meu ver, julgo totalmente dispensável.

Deixem-me explicar minha opinião. Por exemplo nos moldes dos Sindicatos de Trabalhadores que temos no Brasil... Para que eles servem? Nada! Apenas para recolher a contribuição confederativa e nada mais... Muitos nem sequer existem "fisicamente"...

Ridículo. Tomemos por exemplo o Sindicato dos Motoboys de São Paulo, por exemplo. O que eles já fizeram em prol da categoria?

Só conheço 3 Sindicatos realmente atuantes: dos Bancários, dos Metalúrgicos e dos Petroleiros. Esses têm peito para enfrentar patrões.

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geek.gif - Quemel argumentou:

Caro God,

concordo com você, pois os sindicatos não souberam realmente se atualizarem em função do processo de mundialização da economia, o que chamamos de globalização e por isso praticamente não têm mais expressão significativa.

As instituições sindicais faliram, vide sindicato dos motoristas de São Paulo (mandam até matar). Estamos praticamente desde 1994 sem nenhum movimento sindical expressivo.

Discordo de você pois os bancários foram o que mais sofreram com a automação e segundos meus dados do mercado de trabalho o que mais vemos são bancarios desempregados. Em 1985 se não tivesse pulado fora, possívelmente estaria na mesma situação. Mesmo os metalurgicos não estão com essa bola toda, veja o que a robôtica fez com eles. E quanto aos petroleiros não tenho dados significativos, mas penso que estão na mesma situação.

Voltando ao foco do post, o associativismo em forma de cooperativas parece ser o modelo mais adequado para se enfrentar tal realidade, enquanto a regulamentação da lei ainda não vem.

Por um lado é bom e por outro não, pois com uma regulamentação e uma entidade de classe, muitos profi.c.ionais seriam ejetados do mercado, ora por razões técnicas ou por falhas de caráter. O lado bom é que poderiamos ter em nossos cartões de visitas o nosso CFI.

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Quemel escreveu:

fofoca.gif

- God escreveu:

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Não consigo conceber a real necessidade de tal entidade.

Sinto muito, mas a meu ver, julgo totalmente dispensável.

Deixem-me explicar minha opinião. Por exemplo nos moldes dos Sindicatos de Trabalhadores que temos no Brasil... Para que eles servem? Nada! Apenas para recolher a contribuição confederativa e nada mais... Muitos nem sequer existem "fisicamente"...

Ridículo. Tomemos por exemplo o Sindicato dos Motoboys de São Paulo, por exemplo. O que eles já fizeram em prol da categoria?

Só conheço 3 Sindicatos realmente atuantes: dos Bancários, dos Metalúrgicos e dos Petroleiros. Esses têm peito para enfrentar patrões.

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geek.gif

- Quemel argumentou:

Caro God,

concordo com você, pois os sindicatos não souberam realmente se atualizarem em função do processo de mundialização da economia, o que chamamos de globalização e por isso praticamente não têm mais expressão significativa.

As instituições sindicais faliram, vide sindicato dos motoristas de São Paulo (mandam até matar). Estamos praticamente desde 1994 sem nenhum movimento sindical expressivo.

Discordo de você pois os bancários foram o que mais sofreram com a automação e segundos meus dados do mercado de trabalho o que mais vemos são bancarios desempregados. Em 1985 se não tivesse pulado fora, possívelmente estaria na mesma situação. Mesmo os metalurgicos não estão com essa bola toda, veja o que a robôtica fez com eles. E quanto aos petroleiros não tenho dados significativos, mas penso que estão na mesma situação.

Voltando ao foco do post, o associativismo em forma de cooperativas parece ser o modelo mais adequado para se enfrentar tal realidade, enquanto a regulamentação da lei ainda não vem.

Por um lado é bom e por outro não, pois com uma regulamentação e uma entidade de classe, muitos profi.c.ionais seriam ejetados do mercado, ora por razões técnicas ou por falhas de caráter. O lado bom é que poderiamos ter em nossos cartões de visitas o nosso CFI.

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Percebo que infelizmente você é leigo também nesse assunto. É uma pena, por que alguns adolescentes aqui vêem em ti uma pessoa que sabe o que está falando, e isso não condiz totalmente com a realidade.

O fato de a robótica ter prejudicado os metalúrgicos ou os bancários serem a classe que mais está perdendo campos de trabalho nada tem a ver com a força ou não dos respectivos sindicatos, mas sim circunstâncias e uma série de conjunturas entre elas modernização.

Eu moro em Santos, o Sindicato dos Estivadores é poderosíssimo, mas não impediu a automação do cais santista. Um portêiner substituiu 12 estivadores... Fora os guindastes de bordo, computadorizados...

Quanto a ter um CFI... Não me agregaria valor nenhum...

Portanto, deixo para quem gosta de pompa e circunstância.

Eu dispenso.

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fofoca.gif - God escreveu:

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(...) mas sim circunstâncias e uma série de conjunturas entre elas modernização.

Eu moro em Santos, o Sindicato dos Estivadores é poderosíssimo, mas não impediu a automação do cais santista. Um portêiner substituiu 12 estivadores... Fora os guindastes de bordo, computadorizados...

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geek.gif - Quemel confirmou:

Caro Diógenes,

foi isso justamente que eu falei. Releia o post. Com raras exceções tipo engenharia, medicina, direito, serviço social, pedagogia e administração de empresas, muitas profissões sofrerão grandes mudanças até 2014 onde se encerra mais um ciclo econômico. Acredito que no futuro a tendência é que poucas profissões sobrevivam, e serão os profissionais que farão a diferença.

Lembre-se que os adolescentes de hoje no Forum, serão amanhã os futuros profissionais que precisarão de alguém que os apoie no direcionamento de carreiras, mas ainda estão sendo educados para serem empregados e não empreendedores. Infelizmente é o nosso modelo anacrônico. Um Conselho Regional de Informática poderia ser uma opção para aqueles que desejarem se tornar profissionais liberais.

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Acho que uma "CFI" não é prá agregar valor, e sim prá unir "interesses comuns"... como o Quemel citou, muitas das atuais profissões estão fadadas à extinção...

 

Desde algum tempo, muitos profissionais ligados à informática que estão bem vem de outras carreiras, como engenharia e administração! É fácil fazer alguns "cursos", fazer um cartão de visitas e escrever nele "Analista de Sistemas"... já vi muita gente fazendo isso! Só que o mercado de trabalho cada vez mais exige profissionais competentes e que dominem outras áreas além da informática! Por isso outros estão se dando bem e os "Infomaníacos" estão perdendo espaço!

 

Qualquer boa faculdade que se preze hoje em dia tem na grade além da informática, Cálculo Matemático (Engenharia), noções de Adminstração, Economia, Direito, Língua Estrangeira (Inglês), alguns Português, entre outros.

 

A entidade de classe (ou associação, cooperativa, etc) teria força maior prá lutar por interesses comuns.

 

E fazendo um comentário a respeito das ditas "Associaçoes de Classe não fazem nada", já viram algum Engenheiro sem CREA, advogado sem OAB, médico sem CRM, etc? Podem não fazer nada em prol da classe, mas a classe não faz nada sem elas! Pode-se até fazer, mas você está praticando crime de falsidade ideológica, exercício ilegal de profissão, etc... rende uns anos de prisão!

 

Discussão longa...

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Quemel "tentou dizer":

Lembre-se que os adolescentes de hoje no Forum, serão amanhã os futuros profissionais que precisarão de alguém que os apoie no direcionamento de carreiras, mas ainda estão sendo educados para serem empregados e não empreendedores. Infelizmente é o nosso modelo anacrônico. Um Conselho Regional de Informática poderia ser uma opção para aqueles que desejarem se tornar profissionais liberais.

Espero que esses adolescentes tenham homens de bem para se espelhar, e não pessoas movidas por interesses escusos e ávidas por autopromoção e destaque.

Mas, enfim...

Muito mais do que um pseudo-conselho que na minha opinião só servirá para "meter a mão no bolso" dos incautos, essa juventude precisa é de empenho, de esforço, do exemplo de pessoas que chegam em uma cidade estranha, sem conhecer ninguém e com apenas R$200,00 no bolso, e em 3 anos consegue incorporar mais de 30 clientes,

desenvolver e administrar os websites de algumas das mais importantes empresas na Baixada Santista. Sozinho, sem associação, sem ninguém. Esforço e dedicação, muito trabalho, aliado de sorte.

E sem cobrar R$300,00 para instalar um Windows como algumas pessoas (dizem) que fazem, por que eu acredito que o filho do motorista de caminhão, o filho da empregada doméstica também têm direito de comprar um PC nas Casas Bahia e poder consertá-lo quando der problema por um valor condizente com os padrões brasileiros de renda per capta.

(Já o filhinho de papai paga - e caro, para me dar bom dia.)

Boa noite, e muito prazer em conhecê-lo, meu nome é Diógenes Júnior:

Sou Consultor (não doméstico) em Informática, especialista em Windows e desenvolvedor para Internet.

Voltando ao assunto Associação... mais útil para mim seria me associar ao Greenpeace ou à Associação dos Enxadristas. Me seriam mais úteis...

Passar bem.

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fofoca.gif - God escreveu:

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Voltando ao assunto Associação... mais útil para mim seria me associar ao Greenpeace ou à Associação dos Enxadristas. Me seriam mais úteis...

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geek.gif - Quemel argumentou:

Caro God,

ao Greenpace que é uma ONG (Organização Não Governamental) eu até compreenderia sua filiação, mas à Associação dos Enxadristas? Não seria melhor e mais útil e em função do seu trabalho que você pudesse juntar forças e se filiar à ABRAWEB? Desta forma você estaria defendendo não só os interesses dos outros profissionais, fortalecendo a categoria como a sua também. E a ABRAWEB é um espaço institucional respeitado que pode ocupar a lacuna por exemplo de um sindicato de webdesigners e webmasters. Se você fosse um associado dela, veja as vantagens de estar em seu quadros:

Missão

Defender os interesses dos profissionais envolvidos no desenvolvimento e manutenção de ambientes virtuais interativos.

Valores da ABRAWEB

Respeito: Nosso trabalho torna-se mais agradável quando confiamos nas pessoas como indivíduos e estimulamos seus pensamentos e idéias, valorizando a capacidade e a contribuição de cada um.

Paixão pelos Associados: Criaremos valor para nossos associados ao desenvolver paixão e entusiasmo para atender às suas expectativas, através da geração de soluções e benefícios que atendam com exclusividade às suas necessidades.

Trabalho em Equipe: Trabalhamos melhor e contribuímos mais quando estamos juntos do que quando sozinhos. Este é o motivo da criação da Associação, que une profissinais de todo o Brasil.

Integridade: Conduzimos todos os aspectos de nossa Associação de maneira honrada, reconhecendo que não há forma correta de se fazer algo errado.

Aprendizagem para a Liderança: Cada um de nós exercemos um papel de liderança, que somente poderá ser realizado se nossas habilidades e capacidades forem desenvolvidas até o seu pleno potencial.

Espírito de Vitória: A meta é sermos referência no mercado de web design e programação, por meio do sucesso individual e de equipe, por unidade de negócio e da Associação com um todo.

Metas estratégicas

· Trabalhar para regulamentar a profissão

· Tornar-se uma Associação reconhecida e respeitada no mundo real e virtual

· Desenvolver uma Associação voltada para os profissionais de ambientes virtuais

· Criar uma cultura centrada na qualidade, na ética e no aprendizado contínuo

· Criar valor aos membros associados

Competências Centrais

· Trabalho em equipe

· Velocidade nas decisões

· Excelência no conhecimento e aprendizado

· Ética

Perfil do Associado ABRAWEB

· Profissional que faz

· Profissional ambicioso

· Profissional que sonha

· Profissional generalista

· Profissional criativo

· Profissional em constante aprendizado

· Profissional ético, atento aos diretos e deveres da Associação e dos membros associados

Se todos os profissionais de informática se juntassem e pudessem formar associações desse tipo, aí sim a história seria outra.

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