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Lucas_Moura

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Sobre Lucas_Moura

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  • Escolaridade
    Superior incompleto
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    Comunicação / Marketing
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    Autônomo
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    Rio de Janeiro
  • Sexo
    masculino
  1. Apesar de não tão popular quanto há dez ou quinze anos atrás, o comando mailto ainda é usado por muitos sites, mas não necessariamente bem suportado pelo Windows. Veja algumas maneiras de tornar o mailto mais útil no Windows quando não se usa um cliente de e-mail dedicado. Como tornar o mailto mais útil no Windows 10 Comumente usado para quem costumava a ter clientes de e-mail no computador, o comando mailto faz com que o Windows aba o cliente e cole automaticamente o e-mail desejado na área de destinatários. Para um usuário do dia-a-dia isto tem pouco efeito já que boa parte dos clientes de e-mail se tornaram online ou são apenas usados em empresas. Para torna-los mais úteis, há duas opções. Boa parte dos navegadores permite que você copie o link do mailto. Basta clicar com o botão direito sobre ele, escolher copiar Link e colar no endereço de e-mail. Navegadores como o Chrome já automaticamente remove o “mailto” e o assunto, as vezes usado por empresas. Usuários do Chrome também podem usar a ferramenta NoMailto, disponível na Chrome Web Store. Ao invés de abrir o cliente de email ou uma janela do Windows, ele automaticamente bloqueia os links de mailto e mostra para o usuário a opção de colar para a área de transferências. Uma solução útil para quem quer mais agilidade e também para sites que não permitem cópia dos endereços. Vale apontar que ele também funciona em outros navegadores baseados na Chromium, como o Vivaldi e o Opera. Para mais informações, clique aqui. Infelizmente o mesmo não pode ser dito para o Firefox, que ainda não tem uma ferramenta como o NoMailto. No entanto, há outras extensões que permitem com que os links sejam direcionados para clientes de email web, como o Gmail ou o Outlook web. A extensão no caso é a MailtoWebmail. Faça o Download dela e instale-a. Na janela que aparecerá, selecione o cliente desejado e escolha Install novamente. Clique em Set to Active e pronto! Agora todos os pedidos de mailto serão direcionados para o cliente de email especificado. Pronto, agora você pode clicar nos links de email em páginas sem se preocupar se vai usar o seu cliente padrão ou não!
  2. Você sabe o que é uma pesquisa reversa de imagem? Não? Entenda como funciona e como você pode adicioná-la ao menu de contexto do Windows no tutorial abaixo. Pesquisa reversa de imagem via o menu de contexto Em suma, um site faz uma pesquisa baseado na imagem que você enviou e verifica quais são os principais sites que ela aparece. A função é bem útil para casos onde você precisa encontrar a fonte de uma imagem, ou imagens similares. Sites como o Tineye ou o próprio Google imagens oferecem essa opção quando você realiza o upload de uma imagem ou uma url. Adicionar no menu de contexto do Windows, porém, só funciona até o momento com o Google imagens via o aplicativo GoogleImageShell, disponível no Github. Faça o download da versão mais recente e abra o executável. Dentro dele você pode definir qual nome ele vai aparecer no menu de contexto e quais as extensões você quer que ele dê suporte. Por exemplo, para você ativar apenas extensões para JPGe PNG, desmarque as restantes, como mostra a imagem abaixo. Para o tutorial foi usado o nome “Pesquisar com o google imagens”. Clique em Install e aguarde. Caso não apareça ao clicar com o botão direito do mouse, reinicie o computador. Agora, toda vez que você clicar com o botão direito do mouse nas extensões desejadas e escolher Pesquisar com o Google Imagens o aplicativo vai abrir uma janela de processamento e realizar o upload das imagens. No caso de mais de uma imagem, novas abas serão abertas no navegador padrão do computador. O tempo, claro, vai depender do tamanho de cada imagem. Para excluir, basta abrir o instalador e clicar em Uninstall. Não se preocupe se você por acaso o tenha desinstalado e uma nova versão foi lançada, o processo não será alterado.
  3. O editor de política de grupo local é uma ferramenta disponível apenas as versões Professional ou Enterprise do Windows. Isso não impede a promessa de “instalar” o no computador. Porém, há uma forma menos estressante de se ter editor de política de grupo no Windows Home. O Policy Plus. Entenda como ele funciona. Editor de política de grupo no Windows Home Antes de mais nada é preciso entender o que exatamente é o editor de política de grupo, o que o torna viável, e o que muitos tutoriais fazem para instalá-lo em outras versões do Windows. O Editor é um Snap-in do Console de Gerenciamento Microsoft, ou MMC. Pense nele como um plugin ou uma ferramenta que é anexada ao console de gerenciamento para o funcionamento. Snap-ins podem ser desenvolvidos pela Microsoft, assim como feitos pelo próprio usuário. Alguns dos Snap-Ins considerados pelo MMC incluem o gerenciador de dispositivos, agendador de tarefas, dentre outros. O que muitas "alternativas" realizam, portanto, é criar ou oferecer um instalador que contenha o Snap-in do editor de política de grupo. O problema com esta solução é que ela tende a modificar muitas pastas dentro de C:\Windows e não há como garantir a procedência desses instaladores ou o conteúdo dos mesmos. Disponível no GitHub, o Policy Plus pode não oferecer todas as opções do que as alternativas, entretanto ele garante que a licença do Windows seja respeitada. Ou seja, não usa componentes de outras versões que não foi a que você comprou. Além disso é portátil e funciona em qualquer versão do Windows. Clique em Download a Release Build na página do GitHub do Policy Plus e o inicie. A tela estará em branco, como mostra a imagem. Para realizar as edições é preciso primeiro realizar um download dos arquivos ADMX diretamente da Microsoft. ADMXs são arquivos XML usados pelo Editor de Política de Grupo para popular a cadeia hierárquica e definir quais as opções disponíveis para o computador. Clique em Help -> Acquire ADMX Files. A pasta local deve ser C:\Windows\PolicyDefinitions. O processo não é prejudicial pelo fato que os ADMXs são usados apenas para visualização e as alterações nas políticas são tipicamente feitas no registro do Windows. Após o término a lista de opções será preenchida automaticamente. O funcionamento da ferramenta em si é muito similar ao atual editor de política de grupo do Windows. Clique duas vezes sobre uma das opções, altere de Não-Configurado (Not Configured) para Habilitado (Enabled), defina qualquer parâmetro adicional na caixa do canto inferior esquerdo. Vale reforçar, no entanto um grande fator. O software ainda está em desenvolvimento, como apontado pela página no GitHub e nem todas as funções estão disponíveis. A aplicação de políticas, por exemplo, requer uma reinicialização completa do computador e políticas que não estão ligadas aos Modelos Administrativos podem não ser aplicadas ou estarem visíveis. Para quem não tem o Editor de Política e prefere uma forma mais saudável (e correta) de usar, no momento é a melhor opção para se ter o editor de política de grupo no Windows Home ou outras versões.
  4. Tutorial Entenda para o que serve o tiworker.exe

    Notou que o computador começou a ficar lento do nada e ao abrir o gerenciador de tarefas percebeu que um executável chamado tiworker.exe ou Instalador de Módulos do Windows usa mais de 50% do processador? Entenda para o que serve o tiworker.exe e se ele está com problema ou não no tutorial abaixo. Entenda para o que serve o tiworker.exe O Tiworker, ou o Trusted Installer Worker (Instalador de Módulos do Windows) é um processo cujo um dos propósitos é executar em segundo plano as instalações do Windows Update. Tipicamente essas atualizações não requerem uma reinicialização imediata do computador e serão aplicadas no próximo ciclo de reinicialização. Não é incomum que ele utilize uma porcentagem de uso do processador e de disco. Entretanto, caso ele permaneça por mais de dez minutos com um uso acima de 50% — comumente visto entre 70% a 99% — isto aponta que o computador pode estar infectado ou que há um problema na instalação. Antes de mais nada, faça uma varredura com o seu antivírus de preferência no computador. Vale lembrar que o canal do YouTube do BABOO possui dicas sobre como e a importância de ter um antivírus no computador. Feito isso e nenhuma ameaça foi encontrada, abra o painel de controle (Windows+X -> Painel de controle) e procure por Solução de Problemas. Nele selecione a opção Windows Update. O programa é a maneira mais rápida e direta do Windows verificar por possíveis problemas no Windows Update e aplicar as soluções. Com ele aberto, clique em Avançar e aguarde o processo ser finalizado. Caso ele requisite direitos de administrador, autorize. Caso você tenha feito isso e ainda possui problemas tiworker.exe, a solução pode estar ligada a duas situações: uma download corrompido na pasta do Windows Update ou arquivos corrompidos que estão relacionados ao tiworker.exe. Para garantir que não há arquivos corrompidos no Windows Update é preciso excluir a pasta SoftwareDistribution localizada em C:\Windows. Antes disso, abra o Gerenciador de Tarefas (Ctrl+Shift+Esc), mude para a aba Detalhes e finalize a tarefa tiworker.exe. Alternativamente, vá na aba Processos e finalize o Instalador de Módulos do Windows. Agora abra o Executar (Windows+R) e digite services.msc para abrir o painel de serviços. Dentro dele navegue no painel da direita até Windows Update, clique com o botão direito e escolha Parar. Com todos os passos feitos agora será possível excluir a pasta, como mostra a imagem abaixo. Por fim, volte ao painel de serviços, clique mais uma vez em Windows Update e escolha Iniciar. Já para casos onde outros arquivos podem causar o problema, a melhor dica é usar o SFC. O System File Checker, ou SFC, é um sistema que analisa modificações em arquivos ou entradas do registro essenciais ao funcionamento do Windows. Caso uma alteração seja encontrada, ele automaticamente restaura para uma versão de backup que é armazenada na pasta do Windows. Para isso Abra o Prompt de Commando em modo Admin (Windows+X -> Prompt de Comando (Admin) ) e digite o comando sfc /scannow Caso o problema persista ou não consiga usar o SFC, opte pelo o DISM, ou Deployment Imaging and Servicing Management. Ela verifica a imagem do Windows, procura componentes corrompidos e os atualiza a partir da internet. Após usá-lo, o SFC deverá funcionar corretamente. Ainda no Prompt de comando digite Dism /Online /Cleanup-Image /CheckHealth e espere o processo ser finalizado. Depois disso, digite Dism /Online /Cleanup-Image /ScanHealth. Este processo pode demorar mais do que quinze minutos, variando de acordo com o computador, então não se preocupe. Por fim, digite Dism /Online /Cleanup-Image /RestoreHealth para restaurar possíveis corrupções no sistema. Com tudo finalizado, rode mais uma vez o SFC /Scannow e ele irá possivelmente resolver o problema.
  5. Mapear o Onedrive para usuários como uma unidade de rede não é um processo trabalhoso, entretanto o Onedrive for Business requer a ajuda de scripts e um pouco mais de configuração. Entenda abaixo como deve ser o procedimento para mapear o Onedrive for Business abaixo. Como mapear o Onedrive for Business como unidade de rede O Script que será usado está disponível no site Technet e facilita o um tanto o processo. Escrito por Jos Lieben, ele basicamente simplifica o processo de gerenciamento. Antes de executar o Script no Powershell, é preciso configurar alguns parâmetros dentro dele. Para isso, clique nele com o botão direito do mouse e escolha Abrir. Algumas das principais opções são: $adfsLoginInput="userNameInput" $adfsPwdInput="passwordInput $adfsButton="submitButton" No caso do $adfsLoginInput, é preciso usar user-signin caso a rede a ser conectada use Okta, username2txt e RMUnify. O mesmo é válido para $adfsPwdInput, que deve ser mudado para pass-signin. Exemplo: $adfsLoginInput=" user-signin" $adfsPwdInput="pass-signin" Já o $adfsButton deve ser alterado para singin-button no caso de Okta e Submit para RMUnify. O serviço também permite um mapeamento persistente, ou seja, mesmo que o usuário faça logoff, a pasta do OneDrive for Business continuará mapeada para outro usuário. Para desativar isto, altere $persistentMapping= $True para $False. Outras duas cruciais mudanças a serem feitas são em $driverlabel, que define o nome do disco e $O365CustomerName, que deve ser alterado para o nome do cliente ao qual que você tenta se conectar. Exemplo: $driveLabel= "pasta_onedrive_business" $O365CustomerName= "nome_do_cliente". Há opções adicionais no serviço e todas elas são comentadas. Entretanto, muitas podem variar de casos específicos ou limitados a um tipo de autenticação que o Onedrive for Business usado pela sua empresa. O melhor a se fazer é ter todas as informações em mãos e alterá-las de acordo com a demanda. Com tudo alterado, basta clicar com o botão direito e escolher Executar com Powershell. Dentro do Powershell, aperte S para confiar no Script e espere o prompt para adicionar o nome de usuário e senha. Uma barra de progresso será mostrada no canto inferior enquanto ele mapeia o onedrive for business como unidade de rede. Após o término a unidade estará presente no Explorador de arquivos. Pronto! Viu como é tudo uma questão de configurar?
  6. Tipicamente o Windows permite que certos dispositivos tirem o Windows do modo hibernação. Caso você não queira que isso aconteça, há um processo bem simples de se realizar. Entenda como identificar dispositivos que acordam o computador no tutorial. Identificar dispositivos que acordam o computador Atenção: Algumas das ações requerem que você esteja conectado com uma conta de Administrador. Caso não esteja, conecte-se. Antes de mais nada, verifique que o Windows Update não esteja ativado para reinicializar e / ou efetuar atualizações quando o computador estiver inativo. Para isso clique na Engrenagem do menu iniciar para abrir a janela configurações, vá em Atualização e Segurança e escolha Opções de Reinicialização. Defina um horário para que as atualizações sejam realizadas. Pode ser que o Windows tenha instalado uma atualização e agora está presente na tela de login. Se este não for o caso, precisa-se identificar qual dispositivo pode ter tirado o Windows da hibernação. Aperte Windows+X e escolha Prompt de comando (Admin). Dentro dele, digite powercfg -lastwake Será então listado o dispositivo que tirou o Windows do modo de hibernação. Você também pode verificar quais aplicativos estão capazes de acordar o Windows ao digitar powercfg -devicequery wake_armed Com a lista em mãos, você pode realizar duas ações que fazem o mesmo resultado. A primeira é desativar a opção de “acordar” do dispositivo pelo próprio prompt de comando. Digite, powercfg -devicedisablewake "Nome do dispositivo". Você deve fazer para cada dispositivo listado. Exemplo: Um teclado pode acordar o Windows do modo de hibernação. Consequentemente o código deve ser powercfg -devicedisablewake "Dispositivo de teclado HID (017)". Alternativamente isto também pode ser feito pelo gerenciador de dispositivos, acessível ao clicar em Windows+X e selecionar a opção. Navegue até o dispositivo desejado, clique duas vezes sobre ele e vá em Gerenciamento de Energia. Desmarque a opção “Permitir que este dispositivo acorde o computador”, clique em Aplicar e OK. Pronto, você já fez tudo o que precisa para garantir que o computador não acorde mais de um estado de hibernação.
  7. Ninguém gosta de um computador lento, concorda? As vezes temos tantos programas na inicialização que o tempo de boot chega a ser doloroso de aguentar. Mas, bem, para muitas coisas há uma solução. Descubra no tutorial abaixo duas formas de medir o impacto de um aplicativo na inicialização. Medir o impacto de um aplicativo na inicialização do Windows Existem inúmeros programas que prometem mundos e fundos quando o assunto é otimizar o computador. Não caia nessa história. Grande parte das opções podem ser feitas diretamente com o Windows ou por meio de programas que servem somente para monitoramento e nada mais. O grosso do trabalho sempre tem de partir do usuário, assim há maior garantia que nenhuma dor de cabeça futura vai surgir. 1 – Aba de inicialização Por incrível que pareça, o Windows já possui uma ótima ferramenta para isto inserida no Gerenciador de Tarefas (Ctrl+Shift+Esc), mas que por algum motivo não é ativada por padrão. Na guia inicialização, clique em uma das opções e marque a opção CPU na inicialização. Isto te dará um valor em milissegundos de quanto de processador o processo utiliza. Vale lembrar que 1000ms=1s. 2- Boot racer Disponível gratuitamente no site oficial, o Boot Racer é uma opção um pouco mais robusta do que a janela de inicialização do Windows. Ele faz uma verificação de quanto tempo o computador demora para entrar em um estado totalmente operável, aponta os principais programas que afetam o desempenho e gera logs sobre o seu funcionamento. Basta instalá-lo e clicar em Boot Time Test. Ele reinicializará o computador e fará o teste de boot. O programa também oferece o Startup Control, que é basicamente uma ferramenta onde você pode alterar a ordem de quais aplicativos devem ser inicializados primeiro. Para isso, clique em Startup Control e depois em Set Order. Clique nas setas para definir a ordem. Outros elementos que impactam a inicialização do Windows É relevante, reforçar que o tempo de inicialização e o uso do processador é apenas uma das facetas que interferem no tempo de boot. Um disco rígido mecânico vai ser independentemente mais lento que um SSD e caso ele esteja fragmentado, pior ainda. Portanto, é sempre bom usar o desfragmentador do Windows, localizado dentro das ferramentas administrativas no painel de controle do Windows. O guia de tudo sobre desfragmentação do BABOO ainda é essencial. Outra opção é atrasar a inicialização de serviços não essenciais ao Windows, como o de programas específicos. Vá no executar (Windows+R) e digite services.msc. Na janela que será aberta, clique em um dos serviços e vá em Propriedades. No Tipo de inicialização, altere de Automático para Automático (atraso na inicialização). Atenção: Não desative um serviço, pois ele pode causar problemas posteriores no computador. A principal dica para manter um computador saudável é, evite que programas não essenciais fiquem presentes na inicialização do Windows. Alguns deles podem muito bem serem desativados para ganhar alguns segundos a mais. Um verificador de atualizações? Será mesmo que você precisa disso para aquele aplicativo que mal usa? Desabilite-o e verifique por atualizações manualmente, nem que um lembrete seja necessário.
  8. Toda vez que um usuário tenta mover uma pasta com o mesmo nome da pasta destino, o Windows envia uma notificação e abre uma janela sobre um possível conflito de mesclagem de pastas. Caso prefira, há como desativá-la. Veja como desativar notificação de sobreposição de pastas no tutorial abaixo. Desativando a notificação de mesclagem de pastas Existem duas formas de realizar o procedimento, uma pelo registro do Windows e outra pela janela de pastas. O resultado é o mesmo já que uma mudança na janela de pasta e pesquisa já altera o registro do Windows. Porém, para fins de padronização, a melhor opção é usar o registro do Windows diretamente já que uma chave pode ser exportada. Método 1 – Explorador de arquivos Abra o explorador de arquivos e vá na aba Exibir. Clique em Opções -> Opções de pesquisa e pasta. Na guia Modo de exibição, desça a barra das configurações avançadas até encontrar a opção Ocultar conflitos de mesclagem de pasta. Marque-a, clique em Aplicar e OK. Pronto! Agora o Windows não mostrará notificação. Método 2 – Editor de Registro do Windows Há duas maneiras de abrir o editor de registro do Windows. O primeiro é o executar (Windows+R) onde você pode digitar regedit. Ou, se preferir, via a pesquisa do Windows (Windows+S) também ao digitar regedit. Dentro dele navegue até HKEY_CURRENT_USER\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\ Explorer\Advanced. Na janela da direita, verifique a existência do valor DWORD (32 bits) HideMergeConflicts. Caso não esteja presente, clique com o botão direito e escolha Novo -> Valor DWORD (32 bits) e o nomeie HideMergeConflicts. Clique duas vezes e altere os Dados do valor para 1. Isto fará que a janela de notificação de conflitos de mesclagem de pasta não seja aberta. Agora o que é preciso é exportar a chave Advanced. Clique com o botão direito sobre ela e vá em Exportar. Aponte um local desejado e salve com o nome que preferir. O arquivo criado será da extensão “.reg”. Agora é só usar o arquivo no computador que você deseja efetuar a mesma ação. Mas aqui vai um aviso, pelo arquivo ter sido criado a partir da chave Advanced, ele também herdará outras configurações avançadas do Explorador de arquivos, como a visualização ou não de pastas ocultas.
  9. Download de arquivo ali, acolá, quando você menos percebe está com pouco espaço no computador e tudo por conta da pasta de downloads que não foi esvaziada. Fazer com que ela seja esvaziada a cada trinta dias é muito fácil. Veja como no tutorial abaixo como esvaziar a pasta de downloads automaticamente. Como esvaziar a pasta de downloads automaticamente O procedimento é diferente para quem usa o Windows 10 e outros Windows. As versões mais recentes do Windows 10, já possuem um serviço que permite isso, o sensor de armazenamento. Para encontrá-lo, abra as a configuração do Windows e vá em Sistema -> Armazenamento. Ative a opção Sensor de Armazenamento e clique em Alterar o modo de liberar espaço. Na próxima janela marque a opção Excluir arquivos da pasta de Downloads que não foram modificados em 30 dias. Vale reforçar que essa opção só está disponível caso você tenha atualizado para a versão mais nova do Windows 10. Caso não veja, verifique o Windows Update. Já para outras versões do Windows, pessoas que não querem atualizar o Windows 10 devem usar o agendador de tarefas do Windows e criar um arquivo bat. O processo ainda é simples, apenas um pouco mais trabalhoso. Vale apontar uma diferença entre os processos, porém. O agendador de tarefas irá esvaziar a pasta de downloads automaticamente para arquivos que tenham mais de 30 dias, independentemente se foram modificados ou não. É bom ter isto em mente antes de prosseguir. Agora, abra o bloco de notas e copie o seguinte comando. Não esqueça de alterar o campo “seunomedeusuario” para o usuário conectado no computador. Remover arquivos com menos de 30 dias forfiles /p "C:\Users\seunomedousuario\Downloads" /s /m *.* /c "cmd /c Del @path" /d -30 Salve-o como limpezawindows.bat. Para salvar como bat, altere de txt para todos os arquivos, como mostra a imagem abaixo. Feito isso, armazene o arquivo em um local onde você tenha certeza que não será deletado. Agora, abra o Agendador de Tarefas via a pesquisa do Windows (Windows+S), basta digitar agendador de tarefas. Agora, vamos fazer com que esse comando seja executado a cada duas semanas. Escolha Ação -> Criar Tarefa básica. Digite o nome e a descrição da tarefa. No caso do tutorial foi usado o “Limpeza pasta de Downloads” como nome e a descrição como “Limpeza de arquivos com mais de 30 dias da pasta de downloads". É preciso agora definir um disparador. Ou seja, quando a tarefa irá começar. Como o intuito é que ela ocorra a cada duas semanas, defina Semanalmente e no lado o número de semanas como duas. É preciso definir uma data e horário que o computador está ligado, portanto foi usado quarta-feira às 16h. Você pode ajustar para o que ficar melhor no seu tempo. Clique em Avançar. Na Ação, escolha Iniciar um programa. Clique em Procurar, aponte para o arquivo bat criado anteriormente e clique em Próximo. Verifique se todas as informações estão corretas e clique em Concluir. Abaixo está a imagem do exemplo criado para o tutorial. Pronto! Agora na data que foi marcada no tutorial, dado que o computador esteja ligado, ele irá esvaziar a pasta de downloads automaticamente.
  10. Tutorial Como impedir PINs repetidos

    Vamos imaginar o seguinte cenário: Você é alguém que costumeiramente troca todas as senhas, mas não tem o costume de guardar quais já usou ou não. O mesmo vale para o PIN do Windows. Como ter certeza que o novo PIN que você configurou não é igual a um anterior? O Windows possui uma ferramenta para isso, veja como ativá-la e impedir pins repetidos. Como impedir PINs repetidos no Windows 10 Atenção: O tutorial requer uma conta de administrador, caso não esteja conectado com uma, altere antes de iniciar. Há duas maneiras de fazer isto, pelas políticas de grupo local ou pelo editor de registro do Windows. Independentemente da maneira, o resultado é o mesmo. Para as políticas de grupo local, digite gpedit.msc no executar (Windows+R) Ou Editar Política na pesquisa do Windows (Windows+S) Dentro dele navegue até Configuração do Computador -> Modelos Administrativos -> Sistema -> Complexidade do PIN. Clique duas vezes sobre a opção Histórico, altere de Não-configurado para Habilitado e escolha um valor dentre 1 e 50 no campo apontado na imagem, sendo o valor recomendável 50. Clique em aplicar e Ok. O valor definido é basicamente a quantidade de PINs que o Windows irá armazenar na memória. Apesar do limite de 50 soar um pouco baixo, já é o suficiente para garantir que nenhum PIN será repetido ao menos por mais de um ano se levarmos em conta uma alteração de uma vez por mês. O usuário que alterar o PIN e colocar um antigo que ainda estiver armazenado no Windows receberá um alerta na tela. Já para fazer pelo editor de registro do Windows é preciso primeiro executá-lo via o Executar (Windows+R) ao digitar regedit. Dentro dele navegue até HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\ Verifique a existência da chave PassportForWork. Caso não exista, clique sobre Microsoft e escolha Novo -> Chave. Feito isto, clique agora em sobre PassportForWork e crie uma segunda chave, desta vez chamada PINComplexity. Por fim, clique no painel à direita e escolha Novo -> Valor DWORD (32-bit). Defina seu nome como History. Clique duas vezes sobre ele e altere o dados de valor (com base hexadecimal) para 3. Isto impede com que qualquer PIN seja reutilizado no Windows. Caso você queira desfazer alguma das alterações, basta remover o valor DWORD History ou, caso tenha usado o Editor de políticas de grupo, alterar novamente para Não-Configurado.
  11. Precisa de um computador com múltiplas contas, ou esteja configurando vários da mesma casa e quer que todos tenham a mesma imagem? O processo para fazer isso é muito simples. Entenda como definir uma imagem padrão para todas as contas do Windows no tutorial abaixo Definir uma imagem padrão para todas as contas do Windows Atenção: O processo a seguir requer uma conta de administrador, certifique-se de estar conectado a ela antes de continuar. O tutorial vai seguir os passos de alterar a imagem padrão e depois deixa-la como padrão em todas as contas. Primeiro, navegue até a seguinte pasta: %ProgramData%\Microsoft\User Account Pictures Nele você verá arquivos PNGs com o nome user.png, user-32.png, user-40.png, user-48.png, e user-192.png. Estas são as imagens padrão do Windows. Copie-as e armazene-as em um local seguro. A imagem padrão deve ter no máximo 256x256 pixels. Com ela em mãos, copie-a e altere seu nome para user.png. Como o Windows utiliza diversos tamanhos, o mesmo deve ser feito para outras cópias nos casos de user-32.png, user-40.png, user-48.png, e user-192.png. Com isto feito, abra editor de políticas de grupo Local ao digitar gpedit.msc no executar (Windows+R). Alternativamente você pode acessá-lo pela pesquisa do Windows (Windows+S) ao digitar “editar política”. Dentro dele navegue até Modelos Administrativos -> Painel de controle -> Contas de usuário. Clique duas vezes na opção Aplicar a Imagem de conta Padrão para todos os Usuários e escolha de Não Configurado para Habilitado. Caso você prefira, o mesmo pode ser feito pelo editor de registro do Windows ao digitar regedit no executar. No caso dele, vá até HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Policies\Explorer No painel à direita, clique com o botão direito e escolha Novo -> Valor DWORD (32-bits) e o nomeie UseDefaultTile. Clique duas vezes sobre ele e altere o Dados do Valor de 0 para 1. “1” significa que o Windows irá a mesma imagem padrão para todas as contas, o mesmo procedimento feito no editor de políticas de grupo. Para aplicar as alterações, reinicie o computador. Agora, para revertê-las você precisa alterar o editor de políticas de grupo para Não-Configurado ou remover o valor DWORD criado. Já para as imagens padrão basta restaurar os arquivos os quais você fez backup.
  12. tutorial Como definir tempo de suspensão autônoma

    Uma funcionalidade pouco conhecida do gerenciamento de energia do Windows 10 é o modo de suspensão autônomo, que pode ser muito útil para quem tem tarefas agendadas no meio da madrugada. Entenda como funciona, como ativá-lo e como definir o tempo de suspensão autônoma no tutorial abaixo. Definir o tempo de suspensão autônoma Em suma, o tempo de suspensão autônomo define quanto tempo o computador de inatividade o computador deve aguardar após ser acordado por um disparador — seja ele uma tarefa, uma varredura antivírus, ou qualquer outro programa que esteja agendado — para voltar ao modo de suspensão. Tipicamente ele é encontrado nas opções de energia do Windows, mas em certos computadores ele não está visível. Para garantir a sua visibilidade, abra o executar (Windows+R) e digite regedit para acessar o editor de registro do Windows. Dentro dele, navegue até o seguinte local: [HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Power\PowerSettings\238C9FA8-0AAD-41ED-83F4-97BE242C8F20\7bc4a2f9-d8fc-4469-b07b-33eb785aaca0] Nele você verá um valor DWORD (32-bits) chamado Attributes. Clique duas vezes nele e altere o Dados do Valor de 1 para 2. O valor “2” define que ele estará visível nas opções de energia. Feito isto, aperte Windows+X para acessá-las. Clique em Configurações de energia adicionais Depois disso, Alterar as configurações do Plano e Alterar as configurações de energia avançadas. O tempo limite de suspensão autônoma estará presente dentro da aba Suspensão e o valor padrão dele é de dois minutos. Em caso de tarefas como transferências ou varreduras, recomendamos um tempo de inatividade maior para que entre em suspensão novamente. Algo entre cinco e dez minutos já está mais do que o suficiente. No entanto, não recomendamos reduzir para um minuto. Para notebooks, certifique-se de alterar tanto no estado “na bateria” como “conectado na energia”. Como as outras configurações, zero minutos define que ele não voltará ao modo suspensão após ser acordado por um disparador. Por fim, clique em Aplicar e OK.
  13. Uma funcionalidade presente nas versões mais recentes do Windows, porém pouco conhecida, é o uso de memória compactada. É uma daquelas funções que não atrapalha o funcionamento do computador, mas que é uma interessante e importante adição ao sistema. Entenda abaixo o que é memória compactada no Windows 10. O que é memória compactada no Windows 10 Antes de mais nada, vamos entender da maneira mais simplória possível o funcionamento da memória. Quando o Windows abre um aplicativo, ele faz uma “cópia” dos dados para a memória RAM, assim reduzindo o uso de disco e acelerando o processo. Todos os dados que o aplicativo utiliza estão armazenados nessa memória RAM, que é posteriormente descarregada quando fechado. Até o Windows 8, quando um aplicativo requer mais memória do que o disponível no computador, o restante é armazenado em um arquivo de paginação. O arquivo de paginação é como uma memória virtual que fica no seu disco rígido. Por ter uma leitura consideravelmente mais lenta que uma memória RAM, é bem comum que o aplicativo demore a responder mais do do que o normal. Vale reforçar que o exemplo é uma simplificação e que existem outros fatores que contribuem para o uso ou não do arquivo de paginação. Por exemplo, um arquivo que permanece por muito tempo minimizado enquanto outros estão em uso intensivo podem ter seus dados copiados para o arquivo de paginação. Ou, no caso do Windows 10, a memória compactada. Observe agora a imagem abaixo, repare como ela indica que uma porcentagem da memória está compactada e economiza um valor determinado de memória. Compactação é exatamente o que você imagina, o Windows compacta de maneira similar a um arquivo ZIP ou RAR a memória e a descompacta quando necessário. Em suma, qualquer dado que o Windows considera necessário, mas que não está em uso no momento (como um cache específico de um aplicativo), vai para a memória compactada. Em teoria, a única grande desvantagem do sistema é um uso intensivo do processador para descompactar a memória. Entretanto, como a velocidade de leitura é muito mais rápida do que um disco rígido, é uma solução que compensa. Outros sistemas operacionais como Linux e MacOS também fazem uso de memória compactada. Antes de mais nada, existe alguma “solução” para a memória compactada? Bem, não necessariamente é preciso uma solução, pois o sistema usa a memória compactada como uma “linha de frente” e só depois usa o arquivo de paginação. Agora, se o Windows usa muito da memória compactada e ainda mais do arquivo de paginação, é uma indicação perfeita de que o computador precisa de mais memória. Caso um aplicativo fique lento demais, você não esteja com problemas de espaço em disco, é hora de salvar uns trocados para um novo pente de memória RAM. Afinal, memória nunca é demais.
  14. TUTORIAL Como identificar dispositivos desconhecidos do windows

    Pessoalmente eu não usei muito o IOBIT, apesar de sim, conhecer as suas vantagens. Eu pessoalmente ainda prefiro fazer o trabalho "braçal" de procurar drivers em sites oficiais. Mas, no seu caso uma mistura do Unchecky + o Driver Booster PRO não é uma má pedida. Quanto ao devid_info. O aplicativo em si não tem malwares, a única coisa que ele instala é um agente para a verificação em segundo plano de drivers. O que eu pessoalmente não gosto (digo o mesmo para os recentes esforços da NVIDIA em tentar unificar o Geforce Experience em suas plpacas). Entretanto, muítos vírus se disfarçam justamente deste aplicativo e são instalados na pasta System32. Por isto, a regra se mantém a mesma à mim. Ou procuro diretamente do site (tendo em vista que eu não trabalho constantemente com a manutenção de computadores. Ou usaria um programa que tenha uma ótima reputação. Mais útil no caso de computadores antigos. Para os novos, eu sempre espero um ou dois dias para ver a reação da comunidade. Vide o recente caso de drivers NVIDIA para placas da série GTX1000 que foram lançados com um bug que reduzia o clock da placa. Recentemente eu peguei um notebook da Dell cujo driver da placa AMD apontava a temperatura de 355º e fazia o computador desligar sozinho. O motivo? Atualização automática da AMD. Como tudo em Windows (ou na computação, de maneira geral), tudo tem os seus prós e contras, por você trabalhar nesta área, acredito que o IOBIT seja uma mão na roda sem dúvida, é só lembrar que o melhor driver nem sempre é o mais seguro
  15. Qual fonte é essa?

    Se não me engano, esta fonte é Thorndale Std Bold Italic, ela não é uma fonte gratuita e está disponível no MyFonts por US$35,00.
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